13 de jul. de 2014

Possível volta?


Oi, gente. Quanto tempo, hein? fiquei sem notebook, sem tempo algum. Mas agora estou querendo voltar e queria saber se alguém ainda anda por aqui, percebi que alguns blogs que eu gostava andam sumidos, alguns desistiram e sei lá. Vamos ver no que dá. Se ainda gostaria de ler o final da fic deixe seu comentário, por favor. É isso, beijos. 

6 de set. de 2013

Capítulo 1 - Crescendo



Praia Delphic, Maine.
Presente.

Joe estava de pé atrás de mim, suas mãos nos meus quadris, seu corpo relaxado. Ele tinha um metro e oitenta e oito centímetro de um corpo magro e atlético que nem uma calça jeans larga e camiseta conseguiam esconder. A cor de seu cabelo dava uma surra na cor da meia-noite, com olhos que combinavam. Seu sorriso era sexy e alertava encrenca, mas eu convencera de que nem toda encrenca era ruim. Acima, fogos de artifício iluminavam o céu noturno, chovendo rios de cor no Atlântico. A multidão fez ohhs e ahhs. Era fim de junho, e Maine estava entrando no verão com tudo, celebrando o começo de dois meses de sol, areia, e turistas com bolsos cheios. Eu estava celebrando ddois meses de sol, areia, e muito tempo exclusivo com Joe. Eu tinha me matriculado em um curso da escola de verão _quiímica_ e tinha toda a intenção de deixar Joe monopolizar o resto do meu tempo livre. O departamento dos bombeiros estava soltando os fogos de artifício em uma doca que não poderia estar a mais de cento e oitenta e três metros da praia onde estávamos, e eu sentia o retumbar de casa um vibrando na areia sob meus pés. Ondas batiam na praia logo abaixo da colina, e a música do festival tocava ao máximo. O cheiro de algodão doce, pipoca, e carne fritando pairava densamente no ar, e meu estômago me lembrou que eu não tinha comido desde o almoço.
_Vou pegar um cheeseburger_ eu disse ao Joe. _Quer alguma coisa?
_Nada do menu_ Eu sorri.
_Ora, Joe, está flertando comigo?_ Ele beijou o alto da minha cabeça
_Ainda não. Eu pego o seu cheeseburger. Curta o fim dos fogos de artifício.
Eu peguei um dos passadores de cinto de sua caçã para pará-lo.
_Valeu, mas eu vou pedir. Não consigo aguentar a culpa._ Ele levantou suas sombrancelhas em inquisição.
_Quando ofi a última vez que a garota na barraca de hambúrguer deixou você pagar pela comida?
_Faz um tempo
_Faz desde sempre. Fique aqui. Se ela te ver, passarei o resto da noite com uma consciência culpada_ Joe abriu sua carteira e tirou uma nota de vinte.
_Deixe uma bela gorjeta para ela. _ Foi a minha vez de levantar minhas sombrancelhas.
_Tentando se redimir por todas aquelas vezes que pegou comida de graça?
_Da última vez que eu paguei, ela me caçou e enfiou o dinheiro no meu bolso. Estou tentando evitar outra apalpação._ Parecia invenção, mas conhecendo o Joe, provavelmente era verdade. Eu busquei o fim de uma longa fila que se enrolava na barraca de hambúrguer, achando-a perto da entrada para o carrosel interno. Julgando pelo tamanho da fila, eu estimei uma espera de quinze minutos só para fazer meu pedido. Uma barraca de hambúguer na praia inteira. Parecia muito anti-americano. Após alguns minutos de espera impaciente, eu estava dando oque devia ser minha décima olhada entediada ao redor quando avistei Taylor Swift parada a dois lugares atrás. Taylor e eu tinhamos frequentado a escola juntas desde o jardim-de-infância, e nos onze anos desde então, eu a tinha visto mais do que eu gostaria de lembrar. Por causa dela, a escola toda tinha visto mais que o necessário das minhas roupas de baixo. No ensino fundamental, o modus operandi de Taylor era roubar meu sutiã do meu armário do vestiário e o prender no quadro de avisos do lado de fora dos escritórios principais, mas ocasionalmente ela ficava criativa e os usava como pela de centro na lanchonete. Meus dois bojos tamanho 34 cheios de pudim de baunilha e com cerejas marasquino no topo. Classudo, eu sei. As saias de Taylor eram dois tamanhos menores e doze centímetros curtas demais. Seu cabelo era de um loiro morando, e ela tinha o formato de um palito de picolé. Vire-a de lado e ela praticamente desaparecia. Se houvesse um placar checando as vitórias e derrotas entre nós, eu tinha bastante certeza que Taylor tinha dobrado os meus pontos.
_Ei,_ Eu disse, despropositalmente capturando sua atenção e não vendo nenhuma alternativa para um cumprimento mínimo.
_Ei, _ ela retornou no que com muito esforço passava como um tom civil. Ver Taylor na Praia Delphic hoje à noite era como brincar de Ache o Erro na Figura. O pai de Taylor era dono da revenda de Toyta em Coldwater, sua familia vivia numa elegante vizinhança na encosta de uma colina, e os Swifits tinham orgulho em serem os únicos cidadãos de Coldwater bem-vindos no pretigioso Clube de Iate de Harraseeket. Nesse exato minuto, os pais de Taylor estav am provavelmente em Freeport, correndo em veleiros e pedindo salmão. Em contraste, Delphic era uma praia vagabunda. Pensar em um bluce de iate era ridículo. O único restaurante tomava a forma de uma barraca de hamburguer pintada de branca com você podendo escolher ou ketchup ou msotarda. Num dia bom, batatas fritas eram oferecidas na mistura. O entretenimento tendia na direção de arcadas barulhentas e carrinhos de bate-bate, e depois de escuro, o estacionamento era conhecido por vender mais drogas que uma farmácia. Não era o tipo de atmosfera na qual o Sr. e a Sr. Swift iriam querer que sua filha poluísse.
_Dá pra gente ir mais devagar, pessoal?_ Taylor gritou da fila _ Alguns de nós estão morrendo de fome aqui atrás.
_Só tem uma pessoa trabalho no balcão. _ Eu disse a ela
_E daí? Deveriam contratar mais pessoas. Oferta e procura.
Dado sua média, Taylor era a última pessoa que deveria estar recitando economia.
Dez minutos mais tarde eu fizera progresso, e estava próxima o bastante da barraca de hambúrguer para ler a palavra MOSTARDA rabiscada em caneta permanente preta no recipiente de esguicho comum amarelo. Atrás de mim, Taylor fez o negócio todo de mudar-o-peso-entre-os-quadris-e-suspira.
_Faminta com um F maiúsculo_ ela reclamou. O cara na fila na minha frente pagou e levou embora sua comida.
_Um cheeseburguer e uma Coca, _ Eu disse à garota trabalhando na barraca. Enquanto ela ficava sobre a grelha anotando meu pedido, eu me virei para Taylor. _Então. Com quem você está aqui?_ Eu não ligava particularmente com qume ela tinha vindo, especialmente já que não partilhávamos nenhum dos mesmo amigos, mais meu senso de cortesia ganhou de mim. Além do mais Taylor não tinha feito nada abertamente rude comigo em semanas; E ficamos em relativa paz pelos últimos quinze minutos. Talvez fosse o começo de uma trégua. Águas passadas  e tudo isso. Ela bocejou, como se falar comigo fosse mais entediante do que esperar na fila e encarar as costas das cabeças das pessoas.
_Sem ofensa, mas não estou com saco para papear. Estou na fila pelo que parecem ser cinco horas, esperando  por uma garota incompetente que obviamente não consegue conzinhar dois hambúrguer de uma só vez._ A garota atrás da bancada tinha sua cabeça abaixada, concentrando-se em tirar a película de carnes de hambúruges pré-preparadas da folha de cera, mas eu sabia que ela ouvira. Ela provavelmente odiava seu trabalho. Ela provavelmente cuspia secretamente nas carnes de hambúrgues quando virava de costas. Não ficaria surpresa se ao final de seu expediente ela fosse para seu carro e chorasse.
_O seu pai não se improta de você estar passeando na Praia Delphic?_ eu perguntei a Taylor, estreitando meus olhos ligeiramente. _ Pode macular a estimada reputação da família Swift. Especialmente agora que seu pai foi aceito no Blube de Iate de Harraseeket. A expressão de Taylor se esfriou.
_Fico surpresa do seu pai não se importar por voc~e estar aqui. Ah, espera. É mesmo. Ele está morto. Minha reação inicial foi choque. Minha segunda foi indignação pela sua crueldade. Um nó de raiva inchou minha garganta._ O quê?_ Ela discutiu com um dar de ombro. _Ele está morto. É um fato. Você quer que eu minta sobre os fatos?
_O que foi que eu já fiz para você?
_Você nasceu. _ Sua completa falta de sensibilidade me puxou de dentro para fora, tantoq eu eu nem tinha uma resposta. Eu peguei meu cheeseburguer e Coca da bancada, deixando a nota de vinte em seu lugar. Eu queria muito voltar correndo para Joe, mas isso era entre eu e a Taylor. Se eu aparecesse agora, uma olhada para o meu rosto diria a Joe que algo estava errado. Eu não precisava arrastá-lo para o meio levando um instante, sozinha, para me recompor, eu encontrei um banco à vista da barraca de hambúrguer e me sentei tão graciosamente quanto pude, não querendo dar a Taylor o poder de arruinar minha noite; A única coisa que faria esse momento pior era saber que ela estava observando, satisfeita por ter me enfiado num buraquinho nedo de auto-piedade. Eu dei uma mordida no cheeseburguer, mas ele deixou um gosto ruim na minha boca. Tudo em que conseguia pensar era em carne morta. Vacas mortas; Meu próprio pai morto. Eu joguei meu cheeseburguer no lixo e continuei andando, sentindo as lágrimas deslizarem pela parte de trás da minha garganta. Abraçando meus braços apertadamente pelos cotovelos, eu me apressei na direção dos banheiros móveis no fim do estacionamento, esperando chegar atrás de um boxe antes que as lágrimas começassem a cair. Havia uma fila firme escorrendo do sanitário feminino, mas eu fui caminhando até a entrada e me posicionei na frente de um dos espelhos cobertos de sujeira. Mesmo sob o bulbo de baixa voltagem, eu conseguia afirmar que meus olhos estavam vermelhos e vítreos. Eu molhei um papel-toalha e o pressionei nos meus olhos. Qual era o problema de Taylor? Oque eu já tinha feito a ela que fosse cruel o abstante para merecer isso? Puxando alguns fôlegos estabilizantes, eu esquadrinhei meus ombros e construí uma parede de tijolos na minha mente, colocando Taylor no lado mais longe dela. Por que eu ligava para o que ela dizia? Eu nem ao menos gostava dela. Sua opinião não significava nada. Ela era rude e egocêntrica e jogava baixo. Ela não me conhecia, e ela definitivamente não conhecia o meu pai. Chorar por causa de uma única palavra que caíra de sua boca era um desperdício. Supere, eu disse a mim mesma. Eu esperei até que o vermelho cercando meus olhos desbotasse antes de deixar o banheiro. Eu vaguei pela multidão, procurando pelo Joe, e o encontrei em um dos jogos de atirar bolas, suas costas para mim. Rixon estava ao seu lado, provavelmente apostando dinheiro na inabilidade de Joe derrubar um único pino de boliche. Rixon era um anjo caído que tinha uma longa história com Joe, e seus laços eram profundos, ao ponto de irmandade. Joseph não deixava muitas pessoas entrarem em sua vida, e confiava em menos pessoas ainda, mas se havia uma pessoa que conhecia todos os seus segredos, era Rixon. Até dois meses atrás, Joe também fora um ano caído. Então ele salvara a minha vida, ganhara suas asas de volta, e se tornara meu anjo da guarda. Ele devia jogar no time dos bonzinhos agora, mas eu sentia secretamente que sua conexão com Rixon, e com o mundo dos anjos caídos, significava mais para ele. E mesmo eu não querendo admitir, eu sentia que ele se arrependia da decisão dos arcanjos de fazê-lo meu guardião. Afinal, não era o que ele queria. Ele queria se tornar humano. Meu celular tocou, abalando-me de meus pensamentos. Era o toque da minha melhor amiga Miley, mas eu deixei a caixa de correio atender sua ligação. Com um aperto de culpa, eu notei vagamente que era a segunda ligação dela que eu evitava hoje. Eu justifiquei minha culpa pensando que eu a veria logo cedo amanhã. Joe por outro lado, eu não veria novamente até amanhã à noite. Eu planejava apreciar cada minuto que eu tinha com ele.
Eu o observei arremessar a bola numa mesa primorosamente alinhada com seus pinos de boliche, meu estômago agitando-se quando sua camiseta subiu pelas suas costas, revelando uma listra de pele. Eu sabia por experiência que cada centímetro dele era músculo duro e definido. Suas costas eram suaves e perfeitas, também, as cicatrizes de quando ele tinha caído uma vez novamente substituídas por asas, asas que eu, e todos os outros humanos, não conseguia ver.
_Cinco dólares que você não consegue fazer isso novamente,_ eu disse, vindo por trás dele. Joe olhou para trás e sorriu maliciosamente.
_Nçao quero seu dinheiro, Anjo.
_Opa, crianças, vamos manter essa conversa com classificação livre,_ Rixon disse.
_Todos os três pinos restantes, _eu desafiei Joe.
_De que tipo de prêmio estamos falando?_Ele perguntou.
_Maldição,_ Rixon disse._ Isso não dá para esperar até que estejam sozinhos?
Joe me lançou seu sorriso secreto, então deslocou seu peso de volta, segurando a bola em seu peito. Ele deixou seu ombro direito cair, deslocou seu braço e mandou a bola voando para frente o mais forte que pôde. Houve um crack! Alto e os três pinos restantes espalharam-se pela mesa.
_Aye, agora você está encrencada, amada,_ Rixon gritou para mim sobre a comoção causada por um pequeno grupo de espectadores, que estavam aplaudindo e assobiando para o Joe.
Joe se inclinou para trás contra a cabine e arqueou suas sombracelhas para mim. O gesto dizia tudo: Pague.
_Você se deu bem,_ eu disse.
_Estou preste a me dar bem.
_Escolha um prêmio,_ o velho comandando a cabine latiu para Joe, curvando-se para pegar os pinos caídos.
_O urso roxo,_ Joe disse, e aceitou um ursinho de pelúcia de aparência horrorenda com pêlo roxo desbotado. Ele o esticou para mim.
_Para mim?_ Eu disse pressionando uma mão em meu coração
_Você gosta dos rejeitados. Na mercearia, você sempre pega as latas amassadas. Estive prestando atenção._ Ele curvou seu dedo no elástico da minha calça jeans e me puxou para mais perto._ Vamos sair daqui.
_Oque você tinha em mente?_ Mas eu estava quente e palpitante por dentro, porque sabia extamente o que ele tinha em mente.
_Sua casa_ Eu balancei minha cabeça
_Não vai dar. Minha mãe está em casa. Podíamos ir para a sua casa,_ eu sugeri. Estávamos juntos a dois meses, e eu ainda não sabia onde o Joe morava. E não por falta de tentativa. Duas semanas num relacionamento parecia tempo o bastante para ser convidada, especialmente já que Joe vivia sozinho. Dois meses parecia um exagero. Eu estava tentando ser paciente, mas minha curiosidade continuava se metendo no caminho. Eu não sabia nada sobre os detalhes particulares e intimos da vida do Joe , como a cor da tinta em suas paredes. Se seu abridor de latas era elétrico ou manual. A marca de sabonete com a qual ele toma banho. Se seus lençóis eram de algodão ou seda.
_Deixe-me adivinhar,_ eu disse. _Você mora num composto secreto enterrado no ponto fraco da cidade.
_Anjo.
_Tem pratos na pia? Roupas de baixo sujas no chão? É muito mais particular que minha casa.
_Verdade, mas a resposta ainda é não.
_Rixon já viu sua casa?
_Rixon é sigiloso
_Eu não sou sigilosa?
Sua boca retorceu _Há um lado negro em ser sigiloso
_Se me mostrasse, teria que me matar?_ Eu adivinhei.
Ele enroscou seus braços ao meu redor e beijou minha testa.
_Quase. Quando é a hora de recolher?
_Às dez. Escola de verão começa amanhã_  Isso, e minha mãe tinha praticamente assumido um trabalho de meio período achando oportunidades em atrapalhar eu e Joe. Se eu tivesse fora com a Miley, eu poderia afirmar com certeza absoluta que minha hora de recolher teria sido esticado até as dez e meia. Eu não podia culpar a minha mãe por não confiar no Joe. Teve um ponto na minha vida quando eu me sentira de forma similar, mas seria extremamente conveniente se de vez em quando ela relaxasse sua vigilância. Como digamos, hoje à noite. Além do mais, não ia acontecer nada. Não com meu anjo da guarda parado há centímetros de mim.
Joe olhou para seu relógio
_Hora de partir


Heey you. Tudo bem com vocês?
Eu to ótima, gostaram do primeiro capítulo? 
aproveitem que não falta muito para que o clima fique tenso
Nessa história vai aparecer mais Taylor, Rixon e tal.
Espero que estejam gostando. Comentem.
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Beeijos